mosaico de livros

Blogue do Coletivo Mosaico, com informações sobre o processo de construção da BIBLIOTECA SOCIAL MUNDIAL, em Porto Alegre

2.01.2006

Mosaico realiza três atividades em Caracas

O Ponto de Cultura Biblioteca do Fórum Social Mundial realizou três atividaes na VI edição do FSM, de 24 a 29 de janeiro, em Caracas, Venezuela. A principal delas é o tradicional recolhimento de livros, realizado nas edições do FSM, pelo Coletivo Mosaico - um grupo de porto-alegrenses que conta com a colaboração de ativistas do Brasil, Índia, Espanha, França, Alemanha, Grécia, Inglaterra, Canadá e outros países. Em outubro de 2001, no Fórum Mundial de Educação, na capital gaúcha, foram recebidas as primeiras obras do Mosaico de Livros, em torno de uma obra fundamental: "Pedagogia do Oprimido", de Paulo Freire, peça fundante do Mosaico. Desde então, nas quatro edições do FSM, em Porto Alegre, e nas que se realizaram em Mumbai, Índia, e Caracas, Venezuela, o Coletivo Mosaico foi montando um acervo que hoje chega a seis mil títulos e que, a partir deste ano, constitui-se em um Ponto de Cultura, na cidade onde o Fórum se iniciou.
Integrante do Mosaico de Livros, a fotógrafa porto-alegrense Ana Paula Stock, 32, comemora mais uma etapa da campanha que constitui, a partir de doações de livros, a memória do Fórum Social Mundial. "Em Caracas, recebemos pelo menos mais uma centena de livros que constituirão nosso acervo e que em breve estarão expostos para visitação e empréstimo", explica. Ana Paula informa que, apesar de a biblioteca ser situada em Porto Alegre, possibilitará, em breve, que seu material seja consultado em todo o mundo. "O que está publicado em copyleft vamos disponibilizar completamente, o restante como referência bibliográfica", revela. Conforme a fotógrafa, a biblioteca funciona em três eixos. 1: a fixação da memória do FSM. 2: o discurso pela diversidade cultural, e 3: a atenção aos povos de países menos desenvolvidos para a importância da leitura.
Como ponto de cultura, o Mosaico de Livros dará prosseguimento a suas ações, mantendo, em Porto Alegre, uma série de atividades, como seminários e oficinas, sobre os temas do Fórum nas comunidades carentes da Grande Porto Alegre. Entre eles, Ana Paula destaca os temas dos softwares livres e a economia solidária. Em Caracas, além do recolhimento de livros – realizado depois que a página web e o Boletim do FSM convidaram os participantes a levar livros para o evento – a Biblioteca realizou a exposição fotográfica "Janelas para a Índia". As fotografias, de Ana Paula, foram feitas em Mumbai, Agra, Udaipur e Jaipur, na Índia, em 2004, durante e depois da realização do IV FSM. A exposição de 200 fotos-cartazes foi realizada em três países simultaneamente, enquanto se realizou o Fórum. Parte da exposição esteve exposta no Acampamento Binacional do Chuí - entre o Uruguai e o Brasil – outra no Bar Pinacoteca, em Porto Alegre; no Café da Rua 8, em Brasília; e na Tenda do Mercosul, em Caracas. Dia 27, pela manhã, integrantes do Coletivo Mosaico e representantes do Ministério da Cultura e Ministério da Educação (MEC) realizaram a conferência "Mosaico de Livros – Construindo a Biblioteca do Fórum Social Mundial", na capital venezuelana. Foram abordados os temas da diversidade cultural, da importância do conhecimento compartilhado para a educação e a cultura e o programa Pontos de Cultura.

1.19.2006

CARACAS 2006


FSM 2006 Caracas - Mosaico de Livros

Participe da campanha do Mosaico de Livros, que ocorrerá durante o evento policêntrico de Caracas. A campanha recolherá livros para a Biblioteca Social Mundial - projeto iniciado na primeira edição do FSM, em 2001, em Porto Alegre. Os organizadores do Mosaico de Livros pedem para que todos os participantes do FSM 2006 policêntrico Américas levem livros sobre os temas do FSM, em qualquer língua. As obras serão recolhidas nos postos de credenciamento de inscrições e no Espaço Brasil. A campanha já tem mais de 6 mil títulos e é sediada em Porto Alegre, Brasil. coletivomosaico@yahoo.com.br

FSM 2006 Caracas - Mosaïque de livres

Participez à la campagne du Mosaïque des Livres, qui sera tenue pendant le FSM 2006 polycentrique Amériques à Caracas. La campagne rassemblera des livres qui seront envoyés à la Bibliothèque Sociale Mondiale – un projet qui a débuté pendant la première édition du FSM, en 2001, à Porto Alegre. Les organisateurs du Mosaïque demandent que touts les participants à l’événement apportent des livres sur un thème quelconque lié au FSM. Les ouvrages seront rassemblées dans les centrales d’accréditation.La campagne a déjà plus de 6 mille livres et elle se trouve à Porto Alegre, Brésil. coletivomosaico@yahoo.com.br


FSM 2006 - Caracas: Mosaico de libros

Participe en la campaña del Mosaico de Libros, que tendrá lugar durante el FSM 2006 policéntrico Américas, en Caracas. La campaña recolectará libros para la Biblioteca Social Mundial – proyecto iniciado en la primera edición del FSM, en 2001, en Porto Alegre. Los organizadores del Mosaico de Libros solicitan a todos los participantes del evento que lleven libros sobre los temas del FSM, en cualquier idioma. Las obras serán recolectadas en los puestos de confirmación de inscripciones.La campaña ya cuenta con más de 6 mil títulos y tiene su sede en la ciudad de Porto Alegre, Brasil. coletivomosaico@yahoo.com.br

1.06.2006

Visite o site do Mosaico

O site do Mosaico de Livros segue no ar, só
que um pouquinho mais comlicado de achar. Mas, enfim, é só clicar no endereço, logo abaixo e chegar ao nosso quinhão no mundo virtual.
Lá dentro, informações várias sobre a campanha, iniciada em 2001, como mostrado nesta foto, aí acima, ainda no primeiro Fórum Mundial de Educação, em Porto Alegre. Olha só, quanto livro a gente recebeu, no Gigantinho, todos em volta de um livro fundamental: Pedagogia do Oprimido, de Paulo Frire. Desde então, recolhemos livros em todas as edições do FSM - todas as de Porto Alegre e a de Mumbai, Índia.

1.05.2006

Um porto à espera de livros



Os navios que passavam pelo porto de Alexandria, no Egito, pelos séculos II ou I a.C, ficavam bem mais tempo ancorados no cais do que quando circulavam por outras cidades do Mediterrâneo. Era o tempo necessário para que um exército de copistas da Biblioteca de Alexandria reproduzisse linha por linha os livros que a tripulação trazia. Foi com a ajuda desta espécie de ''imposto literário'' que a Biblioteca se constituiu no maior acervo do espírito humano da Antigüidade. Os administradores da biblioteca se orgulhavam de passear entre as estantes que continham ''todos os livros do mundo''. Infelizmente, aquele imenso tesouro se perdeu, em três incêndios, o último no ano de 640. Porto Alegre, século XXI, uma Nova Alexandria pode estar nascendo.
Com o slogan ''Um porto à espera de livros'', a campanha Mosaico de Livros - Biblioteca Social Mundial já recolheu desde 2001, aproximadamente seis mil títulos em Porto Alegre. Vieram de diferentes países do mundo no 2º Fórum Social Mundial, em janeiro de 2002 e 2003, e nas edições do Fórum Mundial de Educação, em outubro de 2001 e 2002. São títulos de literatura, educação, filosofia e, principalmente, de alternativas para a construção de um mundo melhor, que formam um mosaico do saber em torno de uma obra fundamental: ''Pedagogia do Oprimido'', do educador Paulo Freire. Fac-símiles dos originais desta importante obra foram doados ao Mosaico pelo Instituto Paulo Freire no dia 10 de outubro de 2001, em solenidade na Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre, com a presença de Lutgardes Freire, filho do educador. Foi a primeira peça do Mosaico, que conta hoje com livros de importantes escritores e pensadores brasileiros e do mundo todo.
No 1º Fórum Mundial de Educação, centenas de livros formaram a palavra Paz, no ginásio do Gigantinho, onde transcorreu a programação do evento. Em fila, centenas de participantes do encontro levaram livros ao local, com dedicatórias a essa sui generis biblioteca que está nascendo. Foi um momento de grande emoção e que ficou marcado na memória dos participantes. No 2º Fórum Social Mundial, um ponto de coleta de livros foi montado na PUC-RS, na sede do evento em Porto Alegre. Alguns milhares de livros foram coletados desta forma. Além disso, desde que a campanha foi deflagrada, não pararam de chegar obras a Porto Alegre, enviadas pelo Correio. É o início da construção de uma grande obra coletiva, bem no espírito do Fórum Social Mundial, de solidariedade, doação, voluntarismo e vontade de construir um mundo melhor.
Depois, a população de Porto Alegre convidou os participantes do Fórum Social Mundial de Mumbai, Índia, que aconteceu de 16 a 21 de janeiro, e Fórum Mundial de Educação, de 28 a 31 de julho, a entrar nessa campanha que quer trazer livros para formar uma biblioteca mundial a ser instalada neste porto rebelde, localizado ao Sul do planeta. Os porto-alegrenses querem receber, de todos os cantos do mundo, carregamentos de conhecimento para compor um verdadeiro mosaico do saber à beira do rio Guaíba, na Usina do Gasômetro. A idéia está sendo apresentada aos mais diversos setores sociais participantes do Fórum Social Mundial e conta com apoio especial do Acampamento Intercontinental da Juventude, Forunzinho Social Mundial, Fórum Mundial da Educação e Prefeitura de Porto Alegre.
Todas as cores
Cada brasileiro, chinês, canadense, russo, árabe, indonésio, francês, argentino, espanhol, queniano, neo-zelandês, finlandês ou de onde vier está sendo convidado a trazer a Porto Alegre, no próximo Fórum, em janeiro de 2005, pelo menos um livro para que se construa essa biblioteca. O cimento utilizado será a solidariedade entre os povos, a arquitetura final, a primeira grande obra coletiva concreta do novo mundo que está sendo construído a partir de Porto Alegre. No 1º Fórum chegaram as pedras. Elas vieram de várias partes do planeta para simbolizar o alicerce deste novo mundo possível. A partir do segundo, os livros.
Mas por que livros?
Se os países ricos lêem, de 15 a 25 livros per capita/ano, nos pobres, esses índices ficam em vergonhosos um e dois (a maioria, didático, obrigatório). Presas do monopólio das grandes redes de comunicação, essas populações perecem, vivendo em um ambiente inóspito ao livro. O Brasil é um exemplo típico. País com 170 milhões de habitantes, tem apenas 2.040 livrarias em todo o seu imenso território, a mesma quantidade existente em uma única cidade européia: Paris. Esses números demonstram que as populações pobres, sob o jugo das grandes redes de tevês, rádios e jornais, estão alienadas do saber. Em lugar dele, no imaginário dos habitantes deste lado do Planeta vivem soberanos a televisão e os grandes jornais, cuja pauta diária é manter as elites no poder. Dois mil anos depois de Alexandria, este outro porto, alegre, vibrante, quer assumir a responsabilidade de abrigar a parte mais bonita que o espírito humano construiu até hoje: o conhecimento. Na foto acima, nós recolhendo livros em Mumbai, Índia, 2004.

Campanha arrecada livros para a biblioteca pública do Varjão

A campanha Mosaico de Livros - Biblioteca Social Mundial recebeu doações durante a 24ª Feira do Livro de Brasília, que ocorreu no Shopping Pátio Brasil no início de setembro. Os livros vão compor o acervo da futura biblioteca pública do Varjão.
O Mosaico de Livros, com sede em Porto Alegre, tem colaboradores na Espanha, Índia, França, Canadá, Inglaterra e Alemanha. O grupo promove campanhas de arrecadação de livros no mundo todo, com o objetivo de promover a literatura, estimular a leitura e oportunizar a formação de bibliotecas públicas. A iniciativa surgiu em 2001, no Fórum Mundial de Educação (FME), em Porto Alegre, prosseguiu em todas as edições do Fórum Social Mundial (FSM), e viajou até a Índia, durante a 3ª edição do evento. Em janeiro de 2005, o Coletivo Mosaico expôs seu acervo, de seis mil livros, no 5º FSM, em Porto Alegre.
De acordo com uma das coordenadoras da campanha, Ana Paula Stock, a força do projeto está na solidariedade. "A boa ação parte tanto de quem doa livros quanto de quem empresta um pouco do seu tempo como voluntário no recolhimento. Fazemos um verdadeiro ativismo literário. Todos os gêneros são bem-vindos", explica. Entre os doadores está o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC), que cedeu uma coleção de publicações sobre educação para a campanha.

Homenagem - Além da campanha, o coletivo Mosaico lançou na Feira o projeto "Instalações Literárias", em comemoração ao centenário do escritor Erico Verissimo. Páginas gigantes com trechos das obras do autor gaúcho estarão expostas na Praça de Eventos do Pátio Brasil. Os fragmentos foram selecionados pelo escritor Paulo Bentancur. Este ano, a Feira do Livro de Brasília homenageia Erico Verissimo, autor de O Tempo e o Vento e Olhai os Lírios do Campo, entre outras obras.

Mosaico na Abertura do Fórum 2005

A diversidade de bandeiras, caras e organizações políticas já é a marca tradicional das caminhadas de abertura do Fórum Social Mundial (FSM). Em sua quinta edição, esse tom estará ainda mais forte. A marcha, que começa às 17h do dia 26, será encerrada com uma apresentação de artistas vindos dos cinco continentes - Ásia, América, África, Europa e Oceania. Tambores pela Paz, Amit Heri e Rabbi Shergil, Qbeta, Luck Mervil, La Sarita, Bersuit Vergarabat, Snuff Puppets, Sombrero Luminoso, La Phaze e Manu Chao são as atrações confirmadas (veja mais informações sobre eles ao final do texto).
De acordo com Marcos Barreto, da Coordenação de Cultura do FSM 2005, a as atividades culturais serão o grande elo de ligação entre os diversos temas debatidos nesta edição. "É pela cultura, no show de abertura, que se dará a transição de Mumbai para Porto Alegre, com a apresentação dos indianos Amit Heri e Rabbi Shergil passando a vez para os gaúchos do Sombrero Luminoso", adianta.

Diversidade Cultural

Nesta quinta edição do FSM, a cultura terá uma participação maior, incidindo transversalmente em todos os eixos temáticos, para além dos espaços ditos "culturais". A organização recebeu 273 inscrições por meio do site oficial. São propostas integrando música, artes plásticas, audiovisual, festas e manifestações, circo, dança, performance e teatro, poesia e narrativa. O FSM oferecerá infra-estrutura para as apresentações e todas as atividades serão desenvolvidas sem cachê.

As atividades iniciarão dia 26, às 17h, com concentração para a caminhada de abertura junto ao Largo Glênio Peres. A caminhada percorrerá toda a Avenida Borges de Medeiros até a Avenida Ipiranga e terminará no Anfiteatro Pôr-do-Sol, onde será realizada a cerimônia de abertura.

Ben Berardi, da Coordenação de Cultura do FSM2005, informa que já na concentração da caminhada, os Tambores pela Paz estarão marcando o ritmo. Este movimento nasceu em 2000, por iniciativa da Associação Nova, Centro para a Inovação Social e da Aliança Por Um Mundo Responsável, Plural e Solidário, grupo informal de pessoas e organizações que trabalham coletivamente em todo mundo por transformações sociais. "Eles vêm de vários lugares para fazer o mundo acordar para a paz. Congada, maracatu, candombe e outras percussões marcarão a riqueza da diversidade sonora e rítmica do planeta.
O Anfiteatro Pôr-do-Sol servirá como ponto de encontro, onde os participantes do processo do Fórum assumirão o protagonismo da cena. Depositarão oferendas, como livros (que serão agregados ao Mosaico de Livros - Biblioteca Social Mundial), bandeiras (para formar a Bandeira das Bandeiras) e pedras (simbolizando as origens que se unem para a construção de um novo mundo). Logo a seguir começarão os espetáculos, que celebrarão o encontro dessas pessoas, movimentos, organizações e desejos", diz Berardi.

Solidariedade

Para marcar a solidariedade do FSM, ao final da caminhada haverá um minuto de silêncio em homenagens a todas as vítimas de flagelo. Em especial, as do maremoto que atingiu países do Sudeste Asiático.
Além do minuto de silêncio, uma outra expressão de apoio está sendo organizada pelo Fórum Mundial da Dignidade - uma coalizão de 14 entidades asiáticas, européias e latino-americanas que luta contra a discriminação. Eles irão iniciar uma marcha no Ginásio Tesourinha, que irá se juntar à caminhada de abertura. Ao final, no Anfiteatro Pôr-do-Sol, irão distribuir mil velas e 50 tochas para expressar apoio às vitimas da discriminação, num ato das "Mil luzes da dignidade".

Mosaico de Livros 2006

Mosaico de Livros – Biblioteca Social Mundial é uma campanha do coletivo Mosaico e Acampamento Intercontinental da Juventude, iniciada em outubro de 2001 visando à formação de uma biblioteca de alternativas em Porto Alegre, em diversas línguas, com temas que respeitem a Carta de Princípios do Fórum Social Mundial. Pretende ser uma biblioteca ativa, local e mundialmente, com base no copyleft, trabalhando em favor do livro e da leitura, promovendo a diversidade cultural, o conhecimento compartilhado e a consciência crítica.
O objetivo é constituir, a partir das edições do Fórum Social Mundial, um grande acervo de obras importantes para a construção de um mundo melhor, que fixe as idéias que circulam no processo Fórum Social Mundial e que estejam à disposição da população mundial,através de uma biblioteca física e de uma biblioteca virtual na internet(www.mosaicodelivrosfsm.org). O projeto é dividido em duas partes que se complementam: Mosaico Real e Mosaico Virtual.

Mosaico Real - Já possui mais de quatro mil livros, que chegaram nas edições anteriores do Fórum Social Mundial e Fórum Mundial de Educaçâo. Pretende-se chegar a um número em torno de 20 mil livros, disponíveis para empréstimo e pesquisa. Por isso é importante que cada participante do Fórum traga pelo menos um livro para a biblioteca, assim como os palestrantes das diversas atividades.

Mosaico virtual – O site www.mosaicodelivrosfsm.org pretende disponibilizar on-line o conteúdo da biblioteca que tiver sido publicado em copyleft. Há vários livros publicados nesse sistema. Além disso visa disponibilizar diversos textos importantes publicados digitalmente. Também quer integrar as distintas bibliotecas comunitárias e de organizações espalhadas pelo mundo, disponibilizando, via internet, bibliografia, resumos, conteúdos de livros integrais e soluções livres para impressão caseira e distribuição física de textos. (Textos digitalizados podem ser enviados para o e-mail contato@mosaicodelivrosfsm.org para serem disponibilizados on line).
Também pretende, através da integração de diversos grupos de tradutores do mundo todo, traduzir textos importantes em diversas línguas. A Biblioteca Social Mundial pretende ser ainda uma plataforma de discussão de idéias, intercâmbio de opiniões e conta com um site com espaço para publicação de notícias dos diferentes núcleos e pessoas que participam da campanha. Vamos alimentar o site com tudo o que chegar artigos, resenhas, notícias de todos os núcleos em todas as línguas).